Motivos para ver e rever The OC

Há exatamente dez anos estreou uma série nos Estados Unidos que iria mudar a minha adolescência: The OC. Conheci ela quando eu tinha 12 anos e estava passando a segunda temporada na Warner. Fiquei curiosa porque na época eu tinha um blog (eu sempre tenho um blog por aí) e todas as meninas ~descoladas~ estavam falando na série. No começo eu não entendi muito bem qual era o hype da série, mas um ou dois anos depois eu comecei a assistir desde o piloto – e me apaixonei cada vez mais pela história e pelos personagens. Resolvi fazer uma listinha com todas as coisas incríveis de The OC para quem já viu ter vontade de rever e para quem não viu deixar de ser bobo e ir assistir!

Anna Stern
annaEla é linda, ela é engraçada, tem bom gosto musical… Eu assistia a série e tinha vontade de ser amiga dela, de ter todas as roupas dela e de ter o namorado dela . Ela era a única personagem de The OC que não era uma patricinha boba (além da Alex, que me dava um pouco de preguiça) e fez uma baita falta quando ela saiu da série. Aliás, saiu em grande estilo com Nada Surf:

 

Captain Oats

Captain-Oats-captain-oats-846525_451_236Sim, um dos motivos pra ver a série é um cavalo. De plástico. Ele é apenas um dos detalhes do Seth Cohen (personagem do Adam Brody) que tornava a série tão boa. Além do Captain Oats tinha o poster do Death Cab For Cutie, as camisetas engraçadas, os suéteres… Mas o favorito é o cavalinho de plástico, claro. E o Christmukkah. SÉRIO, VEJAM THE OC.

Os shows

Assim, já perdi as contas de quantas bandas boas eu conheci por causa de The OC. Como Death Cab For Cutie (a banda favorita do Seth), Rooney, The Killers, etc. Todos os CD’s com a trilha sonora da série são perfeitos e muitas bandas foram apresentadas nos shows que aconteciam no The Bait Shop.

Eu ainda posso citar a morte da Marissa, o Che, ou quando o Seth fumou maconha pela primeira vez… São só quatro temporadas, mas que se tornaram uma boa parte da minha adolescência. Pena que hoje em dia não existe mais nenhum seriado adolescente tão bom em termos de música e roteiro. R.I.P. The OC 😦

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Vai lá com a tua amiguinha

Houve um tempo em que sentir ciúme era prova de preocupação, de afeto, de amor. Não sentir absolutamente nada era sinal de indiferença ou de que a relação já tinha esfriado e você não ama mais a pessoa. Aí nesse meio tempo apareceu o Lindemberg e as pessoas começaram a perceber que não era bem assim, que em uma relação saudável deve haver confiança e que sentir muito ciúme leva à loucura. Afinal, poucos sentimentos dão tanta sensação de descontrole, parece que o emocional simplesmente apaga qualquer vestígio de racionalidade. Uma ponta de ciúme pode levar à paranoia e brigas desnecessárias.
Agora o amor bonito é o amor livre. Ter independência, não desconfiar e ainda mesmo manter relação aberta. Não julgo essas pessoas, eu realmente acredito que algumas são mais felizes dentro desse tipo de relacionamento, não é todo mundo que se sente bem com monogamia e isso não significa falta de amor.
Bom, eu não sou desse tipo de pessoa. Homem e comida é o tipo de coisa que eu não divido de jeito nenhum, sou egoísta. Até aí tudo bem, meu namorado também pensa assim e tá tudo certo. O problema é aquela pontinha… aquela pontinha de ciúme que teima em surgir mesmo contra a minha vontade. E são em situações que eu não preciso ter ciúme, sabe? Como quando ele mostra um pouco mais de intimidade com a mãe da amiga dele do que com a minha mãe, ou quando sai com uma amiga sem mim. Eu sei que ele não vai trair, eu confio nele e mesmo assim…
honey
Eu até gosto das amigas dele (da maioria, pelo menos). E do mesmo jeito que eu tenho amigos homens e consigo entender que pode existir amizade sem qualquer tipo de interesse a mais, eu acabo tendo uns pensamentos horríveis se eu me deixo levar pelo pessimismo ou pelo conselho da minha vó “não é normal você sair com outro homem e ele com outra mulher”. Ciúme é quase como um vício, sabe? Se eu dou espaço, me domina de forma completamente irracional. Quando eu era mais nova já fui muito ridícula por conta disso, e mesmo eu mantendo esse sentimento sob controle eu gostaria de ter atingir o nível zero, sabe? Não me importar com a presença de outras mulheres, ter segurança pra não ter medo de ser trocada, enfim. Será que é possível amar e não sentir nenhum pouco de ciúme?